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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

BIOmúsica [Beyoncé - 15 Anos de Carreira]



Essa semana o Programa BIOmúsica vai falar sobre Beyoncé, que faz aniversário dia 4 de Setembro além de seus 15 Anos de Carreira!
O programa abordará a vida de Beyoncé desde o início com o grupo Destiny's Child, passando pelos filmes de sua carreira, seus clipes, prêmios, turnês, sua gravidez e claro sua música que faz sucesso no mundo todo!!!
Acesse nessa Quinta Feira, às 12:00 (horário de Brasília), dia 30 de Agosto, a Radio Web Nassau.




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Ouça o programa anterior: 
"BIOmúsica - Pop Parte I" (Breve disponível para Download)

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

BIOmúsica [POP - Parte II]

Algo que já deveria ter sido feito antes, farei agora.
O autor desse blog que vos leis também é locutor de um programa musical na Rádio Web Nassau, uma rádio universitária da UniNassau - Centro Universitário Mauricio de Nassau, em Recife. O Programa BIOmúsica é um programa musical que aborda tudo relacionado ao mundo da música, desde lançamentos, discos, clipes tourneés e também programas especiais.

Essa semana teremos o "Pop - Parte II" e é dessa forma que faço um convite aos leitores para acompanharem o programa que vai ao ar a partir do Meio-Dia horário de Brasília.


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Já foram abordados diversos temas como:
[Clique no link para Download]
"O Que é Música?"
"Música Folclórica"
"Jazz/Soul"
"Jennifer Lopez"
"Música Indie"
"Rock - Parte I"
"Rock - Parte II"
"Viper"
"Kylie Minogue - 25 Anos de Carreira"
"Disco Music"
"Mika"
"Pop - Parte I"


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segunda-feira, 26 de março de 2012

(Vídeo) Trabalho de Faculdade: Especial TV Brasileira nos Anos 90

Trabalho Realizado pelos Alunos do 5º período de Jornalismo: Evillyn Cavalcanti, Fernando Monteiro, Lincoln Adler, Maryna Lira e Rute Rebeca, para a disciplina de "Telejornalismo I" da professora Andrea Trigueiro, na Faculdade Maurício de Nassau, em Recife-PE, Brasil.


O Programa foi idealizado para explicar a década de 90 na TV Brasileira, de forma simples e divertida, são abordados diversos temas tendo como tema principal os programas infantis, já que nessa década a grande parte da boa programação era dedicada as crianças.

Abaixo as duas partes desse trabalho fantástico feito com muito carinho pelos integrantes do grupo, Vale a Pena conferir:

Parte 1
Parte 2


A Divisão do programa era dada entre vídeos gravados e apresentação ao vivo, no primeiro momento entramos com a programação do Glub Glub, programa infantil brasileiro que foi originalmente exibido entre 1991 a 1999, pela TV Cultura.

Glub Glub original.
Produção nos bastidores da gravação do Glub Glub remake.
Já na segunda fase do programa, na parte ao vivo, tivemos como base o programa Castelo Rá-Tim-Bum (1994-1997), também da TV Cultura.

O Cenário original:




Cenário Montado do Remake:

Logo em seguida entra em ação os Passarinhos do Castelo, era um quadro do programa já citado acima:

Cenário Original
Remake:
Cenário Montado.
Sai de Baixo, um programa humorístico foi um dos a ser satirizado na programação do remake dos anos 90, nele Magda assiste a vários programas, entre eles, o Disney Cruj, e o Márcia, programa popular onde eram tratados problemas familiares, sendoque no remake, três das principais apresentadoras infantis da TV na década, se confrontam, causando grande tumulto.




♥ OBRIGADO À TODOS QUE FIZERAM PARTE DESSE PROJETO!!! ♥


A Equipe

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Aula-Passeio: Visita ao Sítio Histórico de Olinda, pequena aula de História da Arte

Vista do Sítio Histórico de Olinda.Olinda-PE
Quando Tatiana Ferraz, Professora da Disciplina de História da Arte do 3º Período do curso de Comunicação Social da Faculdade Maurício de Nassau, decidiu fazer uma pequena visita pelo sítio histórico da Cidade de Olinda, logo fiquei empolgado, pois gosto muito de história, e unir história, Olinda e a aula engraçada e dinâmica da professora, era a mistura perfeita para um dia de aprendizado, o que na verdade realmente ocorreu, pois foi um dos melhores dias que já tive.
Participaram desse passeio duas turmas da professora, uma de Caruaru e outra de Recife, turma legal, entrosada, e com humor compatível ao da professora que gosta sempre de arrancar bons risos de sua turma, fazendo da aula algo realmente agradável.
Chego ao sítio histórico um pouco atrasado e acompanhado de meus amigos, Maryna Lira e Lincoln Adler, subimos as ladeiras de Olinda e vamos até o Alto da Sé, encontramos nossa amiga Ísis Lima na igraja da sé, Tatiana já havia começado a aula a partir da Igreja da Sé (Catedral de São Salvador do Mundo), igreja que já passou por diversas reformas desde sua construção, passando por diversos estilos como o Neo-Barroco, Neo-Gótico.

Igreja da Sé de Olinda.Olinda-PE
No miradouro da Sé de Olinda, Tatiana, já havia começado a aula, e claro levo uma boa bronca pela demora para chegar ao local, e assim começa o passeio e estudos dos conceitos visados em sala de aula sobre o modo de ocupação da cidade, que se protegia dos invasores e crescia a partir do alto das colinas, fazendo das igrejas pontos estratégicos de observação e defesa.
Depois de analisarmos a Igreja e sair dela depois de várias fotos, a professora tenta explicar sobre o calçamento da cidade, quando uma ambulante começa a vender raspa-raspa e atrapalha a explicação. Descendo o Alto da Sé em direção aos Quatro Cantos de Olinda, começamos a observar e discutir sobre as construções coloniais e sua importância para o desenvolvimento social da Cidade Alta de Olinda, como por exemplo os brasões de famílias nas fachadas, assim como também os santos na entrada da casa, usado como identificador de moradores católicos, e as telhas que quanto mais camadas tivesse, mais nobre era a residência, desde grandes senhores à igreja.
Descendo a Ladeira da Misericórdia, Tatiana nos faz uma proposta tentadora(ou não), descer a ladeira dando pequenos pulos agachado, quem o fizesse estaria passado nela, ninguém aceitou, mas que houve pausa para pensar sobre a proposta, não há como negar.

Ladeira da Misericórdia, Olinda-PE.
Durante o caminho passamos pelos Quarto Cantos de Olinda, analisando os Azulejos Portugueses do sítio histórico, que não chega a ter um número tão grande como São Luís do Maranhão (que contém o maior acervo de Azulejos Portugueses no Brasil), passamos pelo Mercado da Ribeira, e começamos a falar sobre o período da escravidão e o Pelourinho de Olinda que ali ficava, discutimos também sobre a estrutura do mercado e sua importância para a defesa da cidade, já que tem uma vista interna e externa da cidade, quando estávamos chegando à Prefeitura de Olinda paramos e nos deparamos com belos casarios, mais uma boa oportunidade para fotos.
Chegando ao Mosteiro de São Bento, Tatiana nos passa um pouco da história do mosteiro, sobre sua Faculdade de Direito que foi a primeira no Brasil, criada por D. Pedro I junto com a Faculdade de Direito de São Paulo, hoje a Faculdade de Direito criada em Olinda está na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), também contou sobre a história do imponente altar em ouro do Mosteiro, que já viajou para os Estados Unidos para ficar em exposição, como peça principal de uma exposição em Nova Iorque.

Fachada Principal do Mosteiro de São Bento, Olinda-PE
Detalhe do Altar do Mosteiro de São Bento, Olinda-PE
O Local estava repleto de turistas Brasileiros e estrangeiros de diversas partes do mundo, com diversos idiomas sendo executados para a explicação da história do lugar que os guias estavam fazendo e os turistas contemplando a maior obra do estilo barroco em Olinda.
Encerrando o pequeno passeio pelas ladeiras da Cidade Alta no Sítio Histórico de Olinda, fomos convidados pela professora a dar um passeio pelos bares da área histórica encerrando o passeio, de lá seguimos (já sem Tatiana) para um passeio pessoal pela praça de São Pedro, Praça do Carmo para apreciar a paisagem e desfrutar uma boa tapioca em frente a igreja do Carmo (infelizmente degradada), porta de entrada para o sítio histórico de Olinda.

Assim foi resumidamente a tarde maravilhosa e cultural pelo sítio Histórico de Olinda.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Resenha Crítica [2]:

Esta resenha do Filme, "Persépolis (2007)", foi solicitada pela professora Tatiana Ferraz, para a cadeira de "Antropologia à Cultura Brasileira" do 2º Período de Jornalismo da Faculdade Maurício de Nassau.

Persépolis (2007)

Banner de Divulgação do Filme "Persépolis".

Filme de Animação, Baseado no Romance Gráfico e autobiográfico de Marjane Satrapi, Dirigido por ela e Vincent Paramount. Conta a Historia de uma intensa mudança na vida social de todo um pais em meio a revoluções e guerras, contada por Marjane Satrapi uma Iraniana que desde sua infância acompanhou as mudanças de seu país junto com sua família.

            Inicia-se no Aeroporto de Orly, Paris, onde uma jovem cansada parece refletir sobre sua vida no Irã, Relembrando-se de coisas que compunham a sua infância normal como a de qualquer outra garota de sua idade, Batata frita com ketchup, Tênis Adidas, Bruce Lee como seu herói cinematográfico favorito, em seus sonhos; um dia poder depilar suas próprias pernas e ser uma Profetisa da Galáxia.

Em 1978, Passando por uma revolução, discute-se em festas a questão política do país, pensa-se que o regime do Xá Cairá cedo ou tarde.
Seguindo influencias do governo e da religião passava-se nas escolas que o governante Mohamed Reza Palhevi era escolhido por Deus para governar seu país, e durante a revolução iraniana que se deu em 1979, as pessoas eram presas e torturadas, as crianças vivenciavam as experiências do regime e dos protestos e eram influenciadas nas mínimas atitudes, vindo mais tarde a serem revolucionários. Todos no governo do Xá eram combatentes, ou contra ou a favor, diziam-se ter marcas de combate, nas escolas foi determinada que o passado deveria ser esquecido, portanto a família real esquecida, tudo o que viria a existir em diante seria o regime do Xá, as pessoas esperavam a saída do Xá mas não se esperava que com isso os aiatolás e a revolução islâmica tomaria conta do pais por inteiro.

Quando Seu tio foi liberto do regime, Marjane Pode enfim ter uma conversa com ele e saber do que tinha se passado com ele como com a família antes do regime, quando ele tinha 20 anos, ele viu o seu tio proclamar a independência da província iraniana de Azerbaidjão, proclamando-se ministro da justiça fazendo do tio de Marjane o secretario mais próximo... Os mais velhos queriam o Xá e o ministro assim fuzilado, com isso se fugia dos domínios iranianos e de regimes totalitários, procurando destinos libertadores, livres do regime islâmico, como a União Soviética, visando o socialismo, Houve um período de união entre a população, com nacionalismo e moral  religiosa, O Xá Queria Purificar o país, eliminando os revolucionários, assim o tio de Marjane é preso e executado.
Um Ano após a revolução, o Iraque atacou o Irã, Saddam se aproveitou da vulnerabilidade do país para atacar o exercito estava fraco, mortes eram diárias, em dois anos a vida mudou radicalmente assim como as pessoas, em 1982 os véus mudam a cara das mulheres, a cultura ocidental era algo banido só podendo ser apreciada na ilegalidade, podendo ser utilizado como motivo para fugir do cotidiano amedrontador, onde se via na TV anúncios dos Militares anunciando, “O Sangue de nossos Mártires Irriga nosso solo sagrado e fará florir os desertos do desespero, morrer como mártir é injetar sangue nas veias da sociedade”. Eram entregues chaves a Garotos para que caso eles tivessem a “Sorte” de morrer como MÁRTIR numa revolução eles entrariam no paraíso com a chave, com a idéia de paraíso.

As mães se revoltavam contra a religião a partir do momento em que percebem perder os filhos nas batalhas.
Aquele que jurasse fidelidade ao Regime poderia ser membro do governo e assim ter cargos de importância, A Mãe de Marjane com medo sobre sua tendência a revolução a envia para a Europa com a intenção de que ela cresça longe daquele meio e que pudesse concluir seus estudos, Chegando lá Passou por um Período de aculturação onde se deparou com um mundo novo, pessoas novas, e costumes igualmente novos, aos poucos foi passando por um tempo em que ela negava sua identidade pelos seus amigos que a influenciavam e a mantinham longe daquilo que ela realmente era com o passar do tempo ela descobre o “amor” surge em sua vida marcos, a fez sentir o que ela não sabia o que era desde que chegou à Europa, quando ela foi traída por ele, ela revoltou-se internamente e assim desconta no mundo, e logo após adoecer e passar por momentos muito difíceis, ela procura sua família de novo e assim volta a assumir sua identidade iraniana, Quando ela retorna os fatos são outros, a guerra acabou o ocidente vendeu armas para ambos os lados, em oito anos, um milhão de mortos, o Iraque bombardeava Teerã todos os dias como se fosse necessário apagá-la do mapa, como o exercito iraquiano atravessando a fronteira, o regime deu duas opções aos seus prisioneiros políticos, fidelidade e liberdade ou, manter seus objetivos e assim morrer.

Nada a atrai naquele país que ela já havia deixando há tanto tempo, as ruas para ela pareciam cemitérios, os amigos mudaram, ela procura ajuda, e o medico a diagnostica como depressiva, logo após uma tentativa de suicídio ela se reencontra com seus ideais de menina e volta à vida renovada, volta a estudar, faz amizades, e põe na cabeça que é o medo que nos faz perder a consciência das coisas e entre momentos bons e ruins sua família vê que ela não pode ficar mais em território iraniano, pois não é mais um país livre para todas as pessoas, sendo assim ela promete para a mãe nunca mais voltar ao Irã e vai à França encontrando-se assim no inicio do filme e mostrando que a cultura dele foi devolvida a partir do momento em que ela recupera a sua identidade

Fernando Monteiro, Recife, 30 de Setembro de 2010

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Resenha Crítica [1]: Preconceito lingüístico (Marcos Bagno)

Esta resenha do Livro, "Preconceito Linguístico", foi solicitada pela professora Valquíria Borba, para a cadeira de "Comunicação e Expressão" do 1º Período de Comunicação Social da Faculdade Maurício de Nassau.

Preconceito lingüístico

                    O que é, como se faz - Marcos Bagno (Loyola-1999)
Capa do Livro "Preconceito Linguístico" de Marcos Bagno.


Marcos Bagno, em sua consagrada obra “Preconceito Lingüístico – o que é, como se faz” trata de assuntos polêmicos sobre nosso idioma em todos os aspectos, começando por mitos relacionados a idioma no território brasileiro em ralação à terra mãe lusitana, deixando claro como é visto o português brasileiro dentro e fora do país.
  O Processo argumentativo do livro requer habilidade verbal muito precisa, além de capacidade engenhosa de lidar com as lógicas verbais. Vale lembrar que é possível argumentar sobre a língua de maneira compreensiva para os leitores de leitura leve, alcançando facilmente os objetivos estipulados, na idéia inicial proposta pelo autor através do livro.
   Mostra também a paranóia ortográfica instalada no país quanto ao ensino do idioma, onde o professor ao receber um texto produzido por um aluno, procura imediatamente seus erros ortográficos deixando de lado então todo o seu conteúdo, onde também o autor mostra que a língua não em relação a gramática não pode ser interpretada com exageros rígidos em relação a colocação da mesma, como exemplo: uma pessoa não vai de terno de lã, luvas, e chapéu de feltro para a praia num dia quente. Claro que é sim importante, ressaltar sua importância, tendo cuidados quanto as diferenças de falar e escrever, principalmente se pondo os vícios de linguagem e as gírias em pratica.
   A gramática como todo tem que deixar de ser algo limitado, já que nosso rico idioma vive sofrendo reformas ortográficas naturais da linhagem comum das línguas atuais, onde o acréscimo contínuo não para pela sua diversidade imposta através das diferenças regionais, culturais, socioeconômicas, e em demais variedades que causam conflitos com o ensino do idioma e sua gramática em território nacional e problemas com a língua em si dos demais países lusófonos onde dependem de um “imperialismo português” que os impedem de modificar e fixar suas regras idiomáticas como próprias.

    Com essa idéia levada ao seu publico, Marcos Bagno esse nosso defensor do “Português Brasileiro” como ele é, e não como esperam que ele seja, encerra com a proposta de derrubar as barreiras do preconceito lingüístico e lembrando, que um idioma vivo e rico é aquele que aceita transformações, adaptações e sua grande variedade, que o faz ser tão expansivo e admissível a novas regras e aceitações idiomáticas.
A Idéia de Marcos Bagno quanto ao livro, é esclarecer pontos positivos e negativos quando ao domínio português sobre o idioma falado no Brasil, um pais com suas diferenças perceptíveis quanto ao pequeno território europeu, onde há uma população vinte vezes menor e um território em cerca de 40 vezes menor, onde os contrastes educacionais e aplicações na pratica diferenciam o que temos como o único idioma oficial num pais com dimensões continentais.
                                                                                       
Fernando Monteiro, Recife, 04 de Maio de 2010

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Trabalho Nota 10: "Rádio Escolha - a sua melhor opção!"


Trabalho realizado para a cadeira de História da Arte do 3º período de Jornalismo da Faculdade Maurício de Nassau, solicitado pela professora Tatiana Ferraz.




A Proposta do trabalho é trazer para o curso de comunicação Social a experiência de trabalhar com rádio independente da área a ser seguida. Foi proposto a realização de uma programação de Rádio que contivesse uma rádio novela baseada numa obra de Nelson Rodrigues, escolhemos para a nossa programação a peça "Viúva, Porém Honesta".
A Programação da Rádio Escolha acontece no dia 21/12/2012, e com essa visão dessesperadora e apocaliptica para acabar logo a programação usamos humor, muita saliência e trilha sonora variada para deixar tudo cada vez mais dinâmico e atrativo.
A Programação é composta também por:

Boas Vindas - Reflexão
Participação do Ouvinte
Tradução
Horóscopo
Rádio-Novela
Correspondente Especial
Noticiário
além de comerciais e chamadas a todo momento sobre a programação.

1ª Parte da Programação:

2ª Parte da Programação:


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sábado, 23 de abril de 2011

Torcidas Organizadas: Um Olhar Antropológico sobre essa "Tribo Urbana"

Este Trabalho aqui apresentado é uma versão teórica de uma "VideoArt" criada em base de estudos antropológicos estudados ao longo da disciplina. Trabalho esse apresentado no dia 19/11/2010 no Bloco 'B' da Faculdade Maurício de Nassau. O vídeo será disponibilizado em breve.


Introdução

Este trabalho da disciplina de Antropologia à Cultura Brasileira foi Solicitado pela professora Tatiana Ferraz, Realizado pelos alunos Fernando Monteiro, Evillyn Cavalcanti, Maryna Oliveira e Rute Rebeca do 2º Período de Jornalismo e Radio e TV da Faculdade Mauricio de Nassau. Esse trabalho tem como Tema Central a Tribo Urbana conhecida como “Torcida Organizada” , com esse trabalho realizado em sala de aula e em campo podemos perceber e desmitificar algumas características e impressões que se tem sobre essa determinada micro-sociedade que é considerada também uma tribo urbana, apesar de preconceitos impostos a ela, podemos perceber com clareza como é seu dia-a-dia, seus costumes, sua ordem, e organização, tendo como objetivo disponibilizar e exibir em relatório e Videoart esse trabalho aos alunos da faculdade e aos visitantes do '7º Congresso Brasileiro de Comunicação Social' da Faculdade Maurício de Nassau.


Tribos Urbanas
Torcidas Organizadas


Torcida, é o nome dado ao coletivo de público que assiste às competições esportivas de um clube, time ou seleção. Torcida Organizada é a nomenclatura para a associação de torcedores de um determinado clube esportivo. Seus membros usam roupas e adereços com marcas, logotipos, cores e características próprias de cada torcida, além de possuir bandeiras e hinos.
A Torcida Uniformizada do São Paulo (TUSP) surgiu em 1939 e foi a primeira torcida organizada do Brasil. Em 1940, a TUPS, criada pelo cardeal são-paulino Manoel Raymundo Paes de Almeida, esteve presente na inauguração do estádio do Pacaembu. Em suas comemorações, usavam serpentinas e confetes, confeccionados pelos próprios torcedores. Após o nascimento da TUSP, surgiram outras torcidas organizadas espalhadas por todo o Brasil, como a Camisa 12 (Sport Club Internacional) em 1940, a Charanga do Flamengo (Clube de Regatas do Flamengo) em 1942 e a Torcida Organizada do Vasco da Gama (Clube de Regatas do Vasco da Gama) em 1944.

Escolha do tema


A escolha do tema sobre torcidas organizadas se deu devido à vontade de mostrar um lado desconhecido dessas torcidas. Focando na diversidade que existe dentro delas. Ao ouvir o nome, torcida organizada, imediatamente nos remetemos a cenas de violência e vandalismo. No entanto, é possível observarmos que a paixão, a vibração e o orgulho existentes na maioria das pessoas que freqüentam esse meio conseguem se opor a violência, mostrando a dignidade presente nesta tribo.
É preciso mudar o conceito que as pessoas fazem das torcidas organizadas. A partir do momento em que as torcidas passam a ser vistas como tribos urbanas é possível que o preconceito e a idéia de vandalismo que são associados a elas diminuam, deixando mais leve uma visão que sempre foi dominada por um pensamento radical.

Organizando o Trabalho


O trabalho foi desenvolvido a partir de visitações aos estádios durante os jogos, visitações as cabines de imprensa de rádio e televisão, visitações as sedes de algumas torcidas e acompanhamento das torcidas escolhidas desde a concentração até a dispersão após os jogos. Procuramos registrar as emoções das torcidas a cada minuto sem interferir na espontaneidade do momento.
Foram feitos vídeos e fotos durante os seguintes jogos:



  • Salgueiro x ABC – Série C do Campeonato Brasileiro – 30/10/2010
  • Sport x Bragantino – Série B do Campeonato Brasileiro – 02/11/2010
  • Náutico x Icasa – Série B do Campeonato Brasileiro – 06/11/2010
  • Santa Cruz x Central – Copa Pernambuco – 07/11/2010
  • Sport x Santo André – Série B do Campeonato Brasileiro – 12/11/2010

As torcidas escolhidas foram a Brava Ilha (Sport Club do Recife), Santa Chopp (Santa Cruz Futebol Clube) e a Fanáutico (Clube Náutico Capibaribe). Entramos em contatos com os líderes das respectivas torcidas e alguns membros. Tendo eles, nos acompanhado e nos inserido na torcida para a coleta do material de estudo.
Além do contato direto com as torcidas, foi feito um breve estudo sobre cada uma desde suas origens até os dias atuais.

Conceitos Utilizados

No decorrer do trabalho foram utilizados os seguintes conceitos:

  • Tribos Urbanas
  • Cultura
  • Identidade
  • Cultura Ideal
  • Cultura Real
  • Família
  • Pureza
  • Normas Universais, Alternativas e Especiais

As Tribos Urbanas são constituídas de microgrupos que tem como objetivo principal estabelecer redes de amigos com base em interesses comuns. Apresentam uma conformidade de pensamentos, hábitos e maneiras de se vestir. As torcidas organizadas se inserem no conceito de tribos urbanas pelo fato de seus integrantes se unirem antes, durante e depois dos jogos pelo simples motivo de torcer por um clube em comum. Eles utilizam roupas e bandeiras com símbolos próprios, gírias e hinos referentes ao time.

Cultura são práticas e ações sociais que seguem um padrão determinado no espaço. Refere-se a crenças, comportamentos, valores, instituições, regras morais que permeiam e identificam uma sociedade. É a identidade própria de um grupo humano em um território e num determinado período. O ser humano comum, imerso em sua própria cultura, tende a encarar seus padrões culturais como os mais racionais e mais ajustados a uma boa vida. Quando muito, percebe algo que é inadequado e que “poderia ser de outra forma”. O que permite uma percepção cultural mais intensa é o contato com outras culturas. O futebol faz parte da cultura brasileira, logo, torcer por um time está atrelado a cultura. A torcida faz parte disso tudo, é cultura dentro do sentido de cultura.

Identidade consiste na soma nunca concluída de um aglomerado de signos e influencias que definem o entendimento relacional de determinada entidade, humana ou não-humana, percebida por contraste, ou seja, pela diferença ante as outras, por si ou por outrem. Esta sempre relacionada a idéia de alteridade, ou seja, é necessário existir o outro e seus caracteres para definir por comparação e diferença com os caracteres pelos quais me identifico. O que faz a identidade das organizadas são suas características próprias. Uma dessas características são os hinos cantados durante os jogos. Geralmente eles trazem letras que provocam as torcidas rivais ou que enfatizam o amor pelo clube e pela própria torcida. Um grande exemplo desses hinos é o hino cantado pela Brava Ilha: “Vamos vamos meu leão, vamos vamos a ganhar. Vou aonde você for só pra ver você jogar”.

Cultura Ideal consiste em um conjunto de comportamentos que, embora expressos verbalmente como bons, perfeitos, para o grupo, nem sempre são freqüentemente praticados. Muitas vezes, um individuo, pelo seu egoísmo, pode tomar uma linha de ação diferente, ou os valores não revelados, ocultos, podem levar a comportamentos contraditórios. A cultura ideal seria a perfeita, além, de muitas vezes, do alcance comum. De acordo com essa cultura, o correto seria ir ao estádio torcer sem
violência antes, durante e após o jogo. Algumas torcidas organizadas pregam a não-violência usando faixas e fazendo campanhas na internet.

Cultura Real é aquela em que, concretamente, todos os membros de uma sociedade praticam ou pensam em suas atividades cotidianas. Entretanto, a cultura real não pode ser percebida em sua totalidade, apenas parcialmente e, para isso, é necessário que os estudiosos a ordenem em termos compreensíveis. São comuns as brigas causadas pelas organizadas após os jogos. O resultado das partidas influencia bastante nessa questão. Algumas vezes as brigas ocorrem entre membros da própria torcida. Contrariando assim a cultura ideal.

Família é a unidade básica da sociedade formada por indivíduos com ancestrais em comum ou ligados por laços afetivos. Representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. Apesar de toda a violência ainda é possível ver famílias acompanhando o jogo no meio das organizadas.

Normas Universais são formas de conduta que se esperam de todos os membros de uma sociedade. Ex: cumprimento de horário, hábitos morais. As torcidas organizadas torcem independente da maneira como fazem. Torcer é um ato que se encaixa nas normas universais.
Normas Especiais são comportamentos próprios de um subgrupo ou classe social. Ex: modelos entre jovens. O simples fato de serem organizadas faz com que essas torcidas sejam normas especiais.
Normas Alternativas são formas de comportamentos diferentes que a cultura considera igualmente válidas. O torcedor pode escolher entre ficar na torcida normal, junto a outros torcedores, ou ficar na torcida organizada.

Pureza Não há nenhum meio de falar da pureza sem pensar na ordem (policia, juízes, leis) quando uma pessoa ou um grupo de pessoas saem da normatividade vivida pela sociedade e ferem o senso comum a população tende a "limpar" as ofensas cometidas punindo os ofensores de várias formas. Ex: aplicando leis constitucionais. É possível perceber o conceito de pureza sendo aplicado as torcidas organizadas no momento em que o amor e a paixão pelo time se transformam em violência gratuita, depredando ônibus e agredindo verbalmente e físicamente os cidadãos, o resultado desses atos são prisões, mortes e o prejuízo dos times.

Breve Resumo sobre as torcidas escolhidas

Brava Ilha

A Brava Ilha é uma torcida do clube pernambucano Sport Club do Recife. Ela surgiu a partir da idéia de dois amigos que buscavam aplicar suas ideologias a alguma torcida. Entre as já existentes nenhuma se adequava, o jeito foi criar uma nova torcida onde eles pudessem por fim colocar suas ideologias em prática.
Em 2007 iniciou-se a elaboração do projeto e a divulgação na internet. Na tarde de sábado do dia 14 de julho de 2007 nasceu a Brava Ilha. No começo poucas pessoas apareciam para se juntar a torcida, com o passar do tempo a divulgação foi surtindo efeito. No primeiro jogo havia apenas uma faixa, duas bandeiras e dois tirantes improvisados. Atualmente a torcida conta com várias bandeirolas e guarda-chuvas, faixas, trapos e dois grandes tirantes que cobrem a saída 03, local onde se fixa a Brava.
Durante a Copa Libertadores da América a torcida chegou ao seu auge. O costume de acompanhar e receber os jogadores no aeroporto rendeu noticia em vários jornais. Especialmente no embarque do Sport para o Chile, onde enfrentaria o Colo-Colo. Utilizando bandeiras e cantando o hino “Vamos vamos meu leão” os componentes da Brava Ilha fizeram com que o nome da torcida fosse conhecido Brasil afora. Uma das faixas mais conhecidas é a que tem os dizeres: “Apoiaremos sempre, exigimos a vitória!” que é estendida durante os treinos pré-clássico.
Apesar de tudo, alguns torcedores insistem em dizer que existe rivalidade entre a Brava Ilha e a Torcida Jovem do Sport. Até hoje nenhum membro confirmou essa suposta rivalidade. Uma das “regras” dessa torcida seria a de não se auto-promover, o que faz com que seus membros evitem qualquer maneira de promover a torcida evitando desde brigas até ingressos oferecidos pelo clube.
A Brava Ilha também desempenha um forte papel social levando faixas de protesto contra inúmeros assuntos, como a faixa com os dizeres “Palestina Livre” contra a guerra na Palestina. Outro protesto já feito foi contra o preço das passagens de ônibus. Nessa questão podemos notar um pouco da cultura ideal.
Os membros não denominam a torcida como uma “torcida organizada”, apesar disso é possível notar a organização que existe ao estender as faixas e bandeiras, delimitar o local onde se estabelecem e torcer sem violência e sem vandalismo.

Fanáutico

A torcida Jovem Fanáutico é uma torcida organizada do Clube Náutico Capibaribe. Foi fundada em 05 de fevereiro de 1984 por Murilo, Mário (falecido), Ricardo, André Gordo e Antônio Carlos, cinco jovens que tinham o intuito de criar uma torcida para que os jovens pudessem apoiar o time a todo momento.
A torcida se localiza atrás de uma das barras, próximo ao placar. Utilizam-se bandeiras, faixas e adereços. Possuem camisas e símbolos próprios estabelecendo assim uma identidade junto aos membros.
O site, totalmente personalizado, reforça a identidade construída com os membros e pessoas que simpatizam com a torcida. Apesar de pregar a não-violência nos estádios, é comum ver a Fanáutico envolvida em brigas com torcidas rivais e por muitas vezes entre membros da própria torcida. Nesse ponto é possível perceber traços da cultura ideal no momento em que se colocam contra a violência, porém, a cultura real é vista quando, ao sair dos estádios, a torcida se envolve em brigas.
Deixando a violência de lado, a Fanáutico realiza ações solidárias como a entrega de presentes para crianças carentes no dia das crianças e recepções as torcidas “aliadas”.

Santa Chopp

A Santa Chopp é uma torcida pernambucana do Santa Cruz Futebol Clube. Surgiu da revolta de três amigos cansados de ver desavenças, brigas e discussões dentro da torcida Inferno Coral. Os estudantes se juntaram numa mesa de bar para pensar num modo de ajudar a demonstrar o grande amor que sentiam pelo time.
Após pensar no nome que dariam, veio a parte mais difícil que era divulgar a torcida pelas emissoras de televisão, rádio e internet. Foi assim que no dia 07 de março de 2009 a torcida Santa Chopp chegava ao estádio do Arruda para mostrar que é possível cantar durante 90 minutos sem cometer nenhum ato de vandalismo.
É na arquibancada inferior bem em cima do escudo símbolo do time que a Santa Chopp se situa. Traz consigo Bandeiras, faixas e uma bateria que canta seus hinos até que o jogo acabe.
Não existe rivalidade entre a Santa Chopp e as demais torcidas do clube, o que existe são as reuniões sempre focadas em promover o time.
Preocupados também com a questão social e com os deveres de cidadãos os integrantes da torcida fazem doações em asilos, orfanatos, e a cada 6 meses doam sangue.
Os sócios encontram um código de ética que é seguido a risca e que exige que os sócios não sejam condenados na justiça por razões relacionadas à violência.

Considerações Finais

A experiência de acompanhar um pouco as torcidas organizadas teve grande valor para o grupo. Foi possível perceber o enorme esforço que é feito por seus integrantes para mudar a visão que a sociedade tem sobre elas. Nem sempre a violência toma conta de tudo, ainda é possível perceber o amor que essas torcidas sentem por seus clubes. O show de cores e música que é proporcionado nos estádios em todo o Brasil deveria ser mais valorizado pelas pessoas que insistem em criticar as torcidas organizadas. Muita coisa precisa mudar, mas elas nos mostram que é possível torcer sem violência e principalmente que é possível torcer.

terça-feira, 12 de abril de 2011

"Recife! Nosso Centro" - Os dois lados da mesma Moeda.

Foto: Diogo Menezes


Agentes da Diretoria de Controle Urbano do Recife (DIRCON) iniciam uma operação chamada "Recife! Nosso Centro", que prevê a revitalização do centro comercial do recife. A retirada das barracas e ambulantes ilegais ou não recadastrados na Prefeitura do Recife (PCR) é semelhante à realizada no entorno do Hospital da Restauração (HR) onde tem em projeto também a retirada dos comerciantes para revitalização e melhoria do comercio dos mesmos, para que possam dispor de uma estrutura adequada para melhor atendimento ao publico.
Logo após Manifestantes interditarem trecho da Avenida Conde da Boa Vista na manha do dia 14 de Fevereiro, ambulantes Decidem por continuarem trabalhando em contraposição à PCR e a DIRCON, na Avenida Dantas Barreto o Prazo de 48 horas para desocupação ilegal dos barracos e camelódromo foi ignorado pelos comerciantes e da mesma maneira mantiveram-se trabalhando.

“Cadê a DIRCON na Avenida Conde da Boa Vista, pois as lanchonetes informais que foram retiradas da Rua Sete de Setembro, nos domingos à noite estão Invadindo a avenida, forçando os Pedestres a andarem pela rua.” Reclama a aposentada Lília, 64 anos, quando passava pela avenida no momento em que ambulantes retornavam as ruas de forma desordenada. 
Foto: Diogo Menezes


Antes da operação, 137 comerciantes atuavam na localidade, depois da "limpeza" efetuada na rua, 66 pessoas ficaram desempregadas. O primeiro dia após o longo período de negociações foi pacífico, mas alguns ambulantes que não conseguiram o cadastro ainda estão revoltados.
Os ambulantes ouvidos pela Rádio Jornal afirmam que não receberam nenhum aviso prévio da Prefeitura e também exibiam autorizações de funcionamento emitidas em 2008. Enquanto os ambulantes que conseguiram ser recadastrados dizem não estar 100% satisfeitos com a atitude da PCR.

As opiniões da população variam em relação aos projetos da PCR:
“Os projetos de revitalização do centro do Recife, deveria dar-se de maneira mais ordenada e melhor planejada, seguindo de rua em rua, de área em área, para que a obra seja mais eficaz em seu prazo de entrega, e melhor satisfação dos ambulantes que tornam ao seu trabalho rotineiro e à população que tem suas ruas revitalizadas e entregues sem maiores transtornos.” Diz Ricardo Oliveira, publicitário, 27 anos.
“O Papel da DIRCON é importante em vários quesitos relacionados à organização da cidade, como limpeza, combate a poluição sonora, e combate a irregularidades em diversos setores, porem são falhos em relação ao combate aos ambulantes ilegais, já que determinam à limpeza e regularização deles e os mesmos acabam voltando ao seu local ocupação anterior, dois ou três dias depois, prejudicando assim as obras da DIRCON e obstruem a fachada das lojas já que não têm local fixo” Comenta Maria de Alcântara, Consultora de vendas, 37 anos.
“A DIRCON e a PCR poderiam ceder espaços p os regulamentados ficaram, como o camelódrômo da Avenida Dantas Barreto que hoje se encontra metade ativada e metade em estado de abandono, com obras de revitalização poderia haver uma saída lógica p ambas as partes.” afirma José Marins, aposentado, 65 anos.

Nas vésperas da entrega do centro de comedoria do HR, a DICRON continua a agir no entorno do hospital para que se mantenha ordenado o comercio e limpeza na área. Assim como vêm agindo em relação à poluição sonora nos arredores das faculdades Maurício de Nassau, no bairro do Derby, UNICAP, no bairro da Boa Vista, e centros educacionais próximos a locais de grande circulação comercial e residencial.
A DIRCON prevê que essa iniciativa da revitalização do centro e centro expandido do Recife, seja realizado com apoio e paciência da população para que as obras sejam concluídas e suas intervenções sejam liberadas, devolvendo assim o “Nosso Centro” a todos nós.


...So burn your poison on the comments.